segunda-feira, 15 de julho de 2013

To Feliz


Parce que nao tenho capacidad
De acaba nad
Sem ânimo mas com vontade
Bizarra condição sóciomaterialexistencial que vivo no exat instante minuto segundo.
Quero delirar mas permanecer sóbrio, ser criança e sábio ancião,
homem e mulher,
gato e cão.
Me observo de longe, choro, grito mas não me ouço, me iludo, jogo o jogo.
Chuto a porta, a parede, o teto e o chão
Pra que permanecer sóbrio em vão
Pra que permanecer sóbrio em vão
Pra que permanecer sóbrio em vão
Pra isso
Parar, sentir e não pensar
Não dá
Racional é minha essência, minha pré existência? Minha pós em Madrid hahahahaha, chafariz de emoção a flor da pele.
Volta a condiçãoo insular do homem
Insuportável
Suportável
Insuportável
Suportável
Insuportável
Suportável
Insuportáce
Suportavel Insupritavel
UsuOEIRPO
Cor, matiz, sincero triz da raspa que passa pela minha jugular que pulsa e acaba em lágrima... sempre em lágrima..,
Ou melhor e comum, convencional, jejum, GRITO
Escute o peregrino, escute-o
O mundo é um moinho, escute-o
Já to cansado de ficar parado, quero me mover mas pra qual lado.. kkkkk
Risíveis suplícios infanto juvenis, pelo menos... pelos menos...
Pelo mais
Sempre pelo mais, nunca pelo menos. Será?
Será que isso me condiz, será que um dia haverá satisfação?
Será que um dia haverá a plena e verdadeira felicidade?
A Saciedade, o nada mais,
a sociedade
relação intrínseca, beirando o impossível da existência e completude e da falta de inocência, coerência
quero doce pra sempre
me isolar
mentir
roubar
enganar o mundo
me matar
e continuar por um segundo eterno
vivo
espero
morto
entérro.
I cant get no fucking satisfaction shit
Cadê minha sobriedade que não volta, cadê minha felicidade que as vezes aflora?
Tristeza
Teresa, tá tudo tranquilo teresa, fica na paz
Tamo na paz
Tamo junto
Sempre, aaaaaaaaaaaaahhhhhh
Malditas letras tão absurdamente mordazes e capetas nunca dizem a verdade, nunca exprimem! Elas não falam! Só sugerem! Cadêe o grito porrrra?? Cadê o som caralho!! Agiugpiudipufbivebiuevbiuwbuibjrbjkbjrw;bjr
Cadêe a araicaaa a raiva a raiva ariva....
Como exprimir a plenitude?
Com um olhar, uma foto, um filme, um sorriso, você...
Mas com letras não sei se sou capaz, você aí lendo isso acha o que
Que eu to possuído pelo Satanás né, fala tu
Me exprimir por esse teclado me dá mais prazer do que anos de analista
Agora resultados...
Só momentâneos
Mas ao menos há você que lê
Que pensa e vê ou sepá não tu pode ser cego e tá ouvindo meu procedê.
Será
Será
Loucura, loucura, loucura
Vai se fuder Fauto Silva, vai tomar no meio do olho do seu cú teu vagabundo, não banaliza, não banaliza, porque ela é linda.
Sorrio
To feliz
Por um instante
To feliz, e amanha vou estar mais
Basta fazer sol e ela me beijar com vontade, e me olhar com vontade e me sorrir com vontade, no final é sempre isso né
Piegas
Ao menos to feliz.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ônibus


Desenterre sua libélula fúlgida, sob desejosos lampejos cálidos.

Satisfaça a mística úmida, fogosa e desnuda.

Líbero apita, escrevo o escasso de nós dois e o pique capta o oblíquo descaso de olhos tímidos e límpidos.



sábado, 29 de junho de 2013

Lúcida Perene


Como adoro quando o comodoro 
                 deixa de ser cômodo 
aos Bancos de areia sob os navios de jasmim,
apesar do encanto de suas flores no jardim...
Levante!
Volte e traga o poder de ter e 
                                        deter o 
                                        determinismo desenfreado
do freio quebrado,
que nos leva 
         de leva 
        em leva
         ao levante da lava que nos espera 
como meros espectadores
comendo pêra
                        na mesa
                                      dos desesperados.
Péra! Se acalme,
             a cal ainda está a secar-me.

Falta ser fosco e forte como Lúcida Perene  
escondida sob o frígido frasco das fotografias de fre
é ela, mulher p/b, fatal e sem rosto
pronta a prestes ser posta à jurisprudência no mês de agosto...







quarta-feira, 26 de junho de 2013

Terno


O momento terno,
certo, errado.
Espero
o momento certo,
justo, terno.
Pusto perante a lei do cérebro mortal,
irreverente e juvenil, total
idade da descoberta da serenidade
em contra-partida à verdade
do terno,
justo, espero.

Estrângulo da lânguida glândula apócrifa...
No mar de Teseu Afrodite perde a mente
e a capacidade de cipá chá-la.
Xô e oi, palavras lavradas à óleo
que fritam a truta na cabeça confusa
e limpa, límpida delabacedô.
E volta-se
À taradastrada
do Rio De Janeirrô.
Me pus a pé, téti a téti contigo,
e você me abandonô.
Me livrou dincrível vício,
ao purpôr parêntesis
nafalá equivocada,
milivrei da liberdade.

E foda-se o terno,
justo, certo, errado,
espero...





sábado, 22 de junho de 2013

Tesão onBus


Dorapá nu trânsito
Penso em sânscrito:
Onde está seu olho,
Sua boca e também o outro.
Sua voz na vaibe certa,
Nosso beijo, leve despertar
De intensos devaneios.
Ao cheirar o seu cabelo
Uma mão vai ao seu peito.
Com seu toque sinto-me belo.
Com a outra ao intenso gozo espero
Te levar certo, a múltiplos áis

Uis, vai, fui, Tomáááixxx.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

A Multidão


Grita aqui fora
A Multidão
Vilões de outrora
Pés sujos no chão

Menina na rua
Com filho choroso
Mulher velha e crua
Nunca teve um gozo

Nós vamos cobrar
Moradia e Comida
Cansei de esperar
Outro nível de vida

Esqueça o Estado
Tu é um otário
Se torne autônomo
Não vire de lado